quarta-feira, 30 de junho de 2010

Amor, puro amor.


Eu vejo o amor como uma lua cheia
Cheia de encanto e prodigiosa magia
Eu vejo no amor uma luz que guia
Eu vejo no amor um horizonte que se expande
Que expande a minha alma
E junto dela meus sonhos
Eu vejo a doce pétala da rosa
De suaves aromas e choros tristonhos
Ah, eu vejo a vida
A vida que me leva
A amar a cada momento
A me encontrar nos semelhantes
E me embalo nessa vida que se encerra
E me encontro perdida por instantes
Eu vejo o suor
No rosto de quem ama
E ao amar com sutileza
Perde-se em suspiros
Num instante infinito
Onde o nada é tudo
Onde não existe mais bonito
Eu vejo no amor uma luz que guia
À morada dos sonhos, à alvorada do dia
De sorrisos risonhos, de estranha alegria
Inteligível ao ponto de transcender a si mesmo
Eu vejo no amor um véu que colore
E dá brilho a vida, dá liberdade e extasia
E de amar assim, entregando-se
Se integra ao uno, une e se envolve.




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